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1 de Junho. 21h45. Velha-a-Branca.

Aristides de Sousa Mendes – Um justo contra a corrente, de Miriam Assor
Foi, para usar o título do livro, um justo contra a corrente. Aristides de Sousa Mendes foi, por isso, um português exemplar. Salvou milhares de vidas. Uma carreira destruída e um fim de vida repleto de obstáculos foram o preço pago pelo gesto temerário. Aristides de Sousa Mendes é, em Portugal e no mundo, um dos mais eloquentes exemplos contra a banalização do mal. Merece, portanto, ser evocado. O lançamento do livro Aristides de Sousa Mendes – Um justo contra a corrente, de Miriam Assor (Guerra & Paz), é uma boa oportunidade para Rui Anahory, artista plástico, o vir recordar à Comunidade de Leitores da Velha-a-Branca no dia 4 de Maio, às 21h45.
Panegírico, de Guy Debord (Lisboa: Antígona, 1995), é o livro de Abril da comunidade de leitores da Velha-a-Branca.
Adolfo Lúxuria Canibal encarrega-se de o apresentar no Dia 6 de Abril, às 21h45. Na Velha-a-Branca.
No dia 2 de Março, às 21h45, na Comunidade de Leitores da Velha-a-Branca, Pedro Bacelar de Vasconcelos apresenta a obra:
Marco Pólo – Viagens
[Lisboa: Biblioteca Editores Independentes, 2008]
A difusão na Europa Medieval do relato de Marco Polo (1254/1324) acerca da sua extraordinária viagem pelos domínios do grande imperador Mongol, Cublai Cã, exerceu uma influência profunda na percepção dos europeus do séc. XIII de um mundo mais largo do que alguma vez sonharam… e na compreensão de si próprios. Este livro não podia, por isso, ser mais actual!
Pedro Bacelar de Vasconcelos é Professor de Direito Constitucional, Direito Internacional e Direitos Humanos da Universidade do Minho, é responsável pela cooperação das Universidades portuguesas com a Universidade Nacional de Timor-Leste e o Coordenador Nacional do programa das Nações Unidas – Aliança das Civilizações.
2 de Fevereiro
Entrevistas com António Lobo Antunes, 1979-2007 Confissões do Trapeiro – Edição de Ana Paula Arnaut (Coimbra: Almedina, 2008) é a leitura de Fevereiro da Comunidade de Leitores da Velha-a-Branca. A apresentação é de Teresa Lima
Teresa Lima nasceu no Porto, em 1975, e licenciou-se em comunicação social, em Braga. Depois de uma passagem pela Rádio Universitária do Minho, foi jornalista na delegação de Braga do Público e free-lancer no Educare.pt. Actualmente, é Técnica de Arquivo na Câmara de Gondomar.
Desejando a todos um Bom Ano Novo, que inclua leituras estimulantes, venho recordar que é chegada a hora de começar a ler:
Diário, de Hélène Berr
“No limiar deste livro, devemos agora calar-nos, escutar a voz de Hélène e caminhar a seu lado. Uma voz e uma presença que nos acompanharão toda a vida”. Assim termina o texto de Patrick Modiano que prefacia o Diário de Hélène Berr (Lisboa: D. Quixote, 2008), uma rapariga cuja coragem, rectidão e limpidez do coração Modiano exalta. O diário desta jovem judia, em Paris, sob a ocupação nazi, é a obra que, em Janeiro, no dia 12, às 21h45, fará companhia à Comunidade de Leitores da Velha-a-Branca.
Abel Varzim – Procissão dos Passos
a comunidade de leitores trocará sugestões de leituras para férias.
Às 21h45, na Velha-a-Branca.
Posso sempre enganar-me, mas, segundo todas as probabilidades, este é o livro
mais importante que apareceu em português em 2008.
João Bénard da Costa
[no PÚBLICO de hoje]
No dia 2 de Junho, às 21h45, Luís Marinho, sacerdote, estará na Comunidade de Leitores da Velha-a-Branca para conversar sobre esta obra.